Conceito de Digital Signage, Modelo de Comunicação e Outras Denominações.
Digital signage ou sinalização digital
se refere ao uso de displays eletrônicos, de
quaisquer dimensões, tais como plasmas, LCDs
(Liquid Crystal Display), OLED (Organic Light Emitting
Diode), touchscreens, projetores multimídia,
monitores de computador, televisões normais,
painéis de LEDs (Light Emitting Diode) ou qualquer
outro tipo de display, com o propósito de comunicar,
informar, educar, entreter, veicular propaganda ou
publicidade.
Diferentemente de algumas outras mídias tradicionais
como posters impressos, cartazes, quadros ou painéis
estáticos, a mídia digital signage pode
ser flexível, interativa, customizada, útil,
relevante, divertida, eficiente permitindo distribuir
conteúdos ricos e dinâmicos agregando
vídeos, gráficos, animações,
textos, vozes e sons para uma audiência segmentada,
grupos específicos, classificados de acordo
com características próprias e preferências
similares, apontando para cada vez mais ter
interatividade e personalização dos
conteúdos, isto em tempo real, gerenciando
remotamente a criação, programação,
distribuição das informações,
com flexibilidade para inserir informações
locais, através de interfaces simples,
para dezenas, centenas ou até milhares de localidades
onde as pessoas vão para comprar, divertir-se,
alimentar-se, estudar, trabalhar, andar, viajar, esperar
outras pessoas ou até mesmo fazer hora.
Digital signage é um termo amplo abrangendo
uma variedade de aplicações e tecnologias
quase ilimitadas quanto a imaginação
por isso recebe uma série de outras denominações
como: sistema de informação visual inteligente,
mídia digital indoor, rede digital outdoor,
mini-outdoors digitais, datacasting, digital messaging,
digital media, outernet, Kiosk-System, etc... que
refletem de alguma forma o modelo de comunicação,
como descrito em alguns exemplos a seguir:
•
Redes de Audiência Cativa.
Conceito:
Modelo de comunicação para ambientes
onde as pessoas estão em estado de espera de
alguma forma ou motivo tornando uma audiência
cativa das informações recebidas dos
displays colocados logo à vista, geralmente,
não podendo, por exemplo desligar ou mudar
de canal como quando estão assistindo televisão
ou mudar a sintonia como quando ouvindo rádio,
ou simplesmente ignorar não comprando uma revista
ou jornal. Neste caso, são lugares interessantes
para a colocação de displays com imagens
para captar a atenção das pessoas, conjugando
informação, entretenimento e publicidade.
Exemplo: salas de espera de centros médicos,
banheiros, elevadores, estações, áreas
de checkout, ônibus, trens, metrôs, etc.
• Redes de Mídia Digital Out-Of-Home, Propaganda out-of-home, Mídia Baseada em Lugar, Redes de Mídias Digitais, Redes de Displays Eletrônicos, Redes de Mídia Digital Indoor.
Conceito: Modelo para veiculação de conteúdos customizados para um público segmentado. Esse público poderia ser classificado por horário, localidade, demografia, grupo específico de pessoas ou outras variáveis ou ainda em resposta a ocorrência de um evento detonador como chuva. Exemplos: lugares com grande fluxo de pessoas como shopping centers ou áreas públicas onde poderiam-se veicular informações, notícias, esporte, cultura mescladas com propaganda, publicidade e patrocínios de produtos.
•
Displays de propaganda no Ponto de Venda, Merchandising digital Interno da Loja, Propaganda Digital dentro da Loja, Mídia de dentro da Loja.
Conceito:
Ferramenta de comunicação mais direta
nos pontos de vendas do varejo, nas gôndolas,
com destaque, impacto, chamando a atenção
dos clientes, orientando-os, influenciando e estimulando
o consumo, servindo como guia para explicar aos consumidores
os benefícios, vantagens, as tecnologias, expondo
idéias de como utilizar, agregando valor aos
produtos. Servindo também como um treinamento
aos vendedores. Neste caso pequenos displays em configuração
standalone também é interessante. Exemplos:
Gôndolas dos supermercados, das lojas de conveniência,
vitrine das lojas de calçados, de perfumaria,
etc.
• Redes de mídia do varejo, TV do varejo, Tv interna da loja.
Conceito:
Modelo usando a loja como canal de mídia, para
comunicação corporativa, comunicação
com o consumidor no momento da compra, permitindo
acesso de várias marcas no mesmo espaço
de comunicação, com campanhas atualizadas
em tempo real, possibilitando segmentação
do conteúdo por sessão no ponto de venda,
região, hora do dia, ou eventos específicos,
exibindo informações sobre promoções
e novos produtos, idéias de como usar, orientando
e auxiliando nas decisões de compra num sentido
mais amplo para personalizar marcas, fazer integração
com merchandising. Pode-se fazer treinamento aos vendedores
para aumentar o conhecimento dos produtos, agregando
tecnologia de ponta e valor a empresa, mesclando notícias
urgentes, esportes, previsão de tempo, além
de outras informações com mensagens
e grades específicas. Exemplos: redes de Varejo
tais como supermercados, farmácias, lojas de
materiais de construção, lojas de departamento,
etc.
•
Narrowcasting (Transmissão em banda estreita), TV treinamento, TV corporativa, Canal de TV própria, Canal de TV exclusiva, Mini-estação de TV a cabo.
Conceito:
Modelo de comunicação para grupos específicos
de pessoas utilizando-se como canal de tv exclusiva
para como exemplo, numa empresa para transmitir mensagens
corporativas de forma direta e eficiente, melhorar
a comunicação entre funcionários,
integrar, motivar, estimular a cooperação,
parceria e aprendizagem. Também poder-se-ia
estar mesclando notícias relevantes, esporte,
cultura, previsão de tempo, etc. Exemplos:
empresas corporativas, universidades, escolas, etc.
•
Painéis eletrônicos & sinalização.
Conceito:
Comum em lugares de grande concentração
de público em grandes cidades tais como shows,
estádios e para sinalização e
orientação de direção
e localidades. Normalmente utiliza-se displays de
LEDs. Exemplos: estádios, casas de espetáculos,
parques de diversão, outdoors, etc.
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